Sejam bem vindos

Sejam todos muito bem vindos.

sexta-feira, 30 de março de 2018

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

REENCONTRO DA FAMÍLIA NOGUEIRA NA CIDADE DE COXIM

A festa aconteceu no dia 12 de outubro de 2014. Data histórica para a América, nosso Continente.
Foram momentos de grande alegria. Lídio e Erly muito carinhosamente acolheram em sua linda chácara, às margens do Rio Coxim, os descendentes de LAURENTINA E AUGUSTO NOGUEIRA. Estavam presentes representantes dos nove filhos do casal.

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO DE 2015

Aos prezados membros de nossa família, nossos votos de um NATAL DE BENÇÃOS DO SENHOR com a imagem do MENINO JESUS, em seu humilde leito, quando nasceu numa estrebaria.
Também desejamos a todos um próspero ano de 2015, dizendo-se: COM A GRAÇA DE DEUS vão acontecer as coisas boas que desejamos  e vão sair do nosso caminho todos os acontecimentos que nos farão sofrer. AMEM.

sábado, 11 de janeiro de 2014

APRESENTAMOS AOS NOSSOS SEGUIDORES O LIVRO
FAMILIA AUGUSTO PANIAGO NOGUEIRA.
DESEJAMOS BOA LEITURA
AGUARDAMOS COMENTARIOS


FELIZ ANO DE 2014

DESEJO QUE TODOS OS PARENTES E AMIGO GOZEM DA ALEGRIA DE UM ANO NOVO MUITO FELIZ.

2014

Ao inciar este ano envoltos em tantas expectativas, a cada um de nós uma esperança é mais importante. Tentemos descobrir qual é essa esperança e vamos colocá-la nas mãos de Deus e pedir a sua luz para que,  se for da vontade Dele,ela aconteça.

E minha esperança é que todos nós tenhamos um Feliz e Próspero 2014

quarta-feira, 27 de março de 2013

 
 
 
CAMPO GRANDE - ABRIL DE 2010 
 
CHEGADA DA FAMILIA NOGUEIRA EM MATO GROSSO


João Nogueira, homem  alto, cabelos ondulados e  barbas longas,  olhos azuis, aparentando  sessenta anos, certo dia abordou o povoado de Santana do Paranaíba. O forasteiro, entrou pela rua principal e dirigiu-se para uma pensão que ficava ao lado da praça. Ali procurou o Sr. João Dias, morador de Paranaíba e freqüentador assíduo da cidade de Uberaba, com quem fazia comércio de gado. O encontro dos dois velhos amigos foi comemorado com grandeza por João Dias, que mandou preparar um farto jantar para o amigo. A conversa só não foi muito longa por conta do cansaço; João Nogueira deu apenas algumas informações sobre sua viagem, dizendo que deixara a comitiva nas proximidades do porto da balsa, lugar onde fazia a  travessia do rio, onde arranjou pasto para o gado e acampamento para seus filhos, noras e netos e que estava ali para analisar as possibilidades de compras de terra. Com um tom afável,  João Dias, recomendou ao amigo que fosse descansar, apontando-lhe um confortável dormitório, no qual, João Nogueira, recostou-se e dormiu até o amanhecer.
No dia seguinte, após um reforçado tira-jejum, João Dias mandou recolher a tropa e escolheu duas de suas melhores montarias, oferecendo uma ao amigo João Nogueira, que já refeito do cansaço, pode selar um belo cavalo e acompanhar o cicerone na jornada que propunha fazer para mostrar os arredores de Santana. Após atravessar o povoado para o lado do poente, após coisa de meia légua, chegaram a um lugar alto de onde podiam ver os quatro lados do horizonte a uma distância de até dez léguas para o lado do sul, e até vinte léguas para o lado do poente. Ali pararam os cavalos, fazendo um semicírculo para posicionaram-se frente para o sul. Parado, o velho Nogueira, disse confiante:
-          Caro João Dias, sei que você gosta do sul porque é pra lá que leva suas boiadas e de onde traz a guaiaca cheia de dinheiro, mas o meu negócio é outro, eu quero mesmo é campo, muito  campo, para criar muito gado e para acomodar meus nove filhos-homem, que ainda  hoje você vai conhecer.
-          Está certo, Nogueira, respondeu o velho amigo, apontando para o cerradão, então olha lá o que lhe espera, veja o imenso chapadão que você vai encontrar. Asseguro-lhe, sem medo de errar, que você vai poder viajar rumo reto mais de cinqüenta léguas sem chegar no final.
-          Pois é isso mesmo que eu quero meu amigo, vamos lá...
E assim torceram as rédeas dos cavalos, desfizeram o semicírculo e rumaram-se para as bandas do rio, coisa de uns dez quilômetros. Enquanto cavalgavam, conversavam animadamente, fazendo muitos planos para se chegar às melhores terras do chapadão, nas quais o rio Sucuriú, era a maior atração, devido as terras muito férteis de suas margens. Em suas delações, João Dias, falava também dos rios Verde e São Domingos, igualmente importantes que drenavam o chepadão, no sentido Oeste-Leste.
            Finalmente, o sol já passando a marca do meio dia, chegaram no acampamento de João Nogueira, uma comitiva de verdade, composta de cinco carros de boi e mais de cinqüenta pessoas, entre adultos e crianças. Chegaram e foram direto para o carro mais central, onde estava as filhas e filhos solteiros que acompanhavam o pai João Nogueira que eram em número de cinco. Vendo que o pai chegara, todos os filhos se aproximaram para lhe pedir a bênção e saber as novidades.
            João Nogueira apresentou João Dias a todos os componentes de seu grupo a medida que iam percorrendo o acampamento, até retornarem ao ponto inicial, onde estavam lhes aguardando Silvério, o mais velho dos filhos de Nogueira, o qual ajudava no preparo do almoço. Depois de almoçarem e conversarem muito, João Dias voltou para sua casa, no povoado. Antes, porém, acertaram uma viagem exploratória sobre a região do Sucuriú, onde estariam presentes João Nogueira, seus dois filhos mais velho, João Dias, e um guia conhecido por Nego Mota, mestiço de índio e negro.
E assim aconteceu a introdução dos Nogueiras nas terras mato-grossense, conta-se que os nove irmãos, filhos de João Nogueira, vindos de Uberaba, atravessaram o rio Paranaíba e subiram pela margem esquerda do rio Sucuriú até o lugarejo chamado Paraíso, onde ficou Sebastião Nogueira. Mais adiante, à margem do riacho São Domingos, Francisco Nogueira montou a fazenda de nome Ponte Velha. Ainda na margem do São Domingos, mais a baixo, fizeram morada Joaquim Nogueira e José Nogueira. Luiz Gonzaga Nogueira ficou na beira do Indaiá, lado direito do Sucuriú. Camilo Nogueira morou na Fazenda Café, margem direita do Rio Verde. Silvério Nogueira montou fazenda também à margem do Rio Verde, num lugar chamado Lageadinho. Dois deles, muitos anos depois,  viajaram mais distante e foram montar suas fazendas nas campinas do rio Vacaria, nas proximidades da cidade de Rio Brilhante, foram eles Manoel Conegundes Nogueira, o Neneca, e João Nogueira. Na cidade de Rio Brilhante são encontrados inúmeros descendente desses dois membros da família Nogueira, dentre os quais existe a prole de Augusto Nogueira, chamado Augusto Neneca, pai de Ataíde Nogueira, personalidade muito influente na Região. Quem visitar o cemitério de Rio Brilhante verá, logo no início o túmulo do Senhor Manoel Conegundes Nogueira, falecido em 1935.
"DO LIVRO FAMILIA AUGUSTO PANIAGO  NOGUEIRA"

domingo, 28 de outubro de 2012

VIAGEM A CHICAGO

Chicago, 04 de outubro de 2012.
Um dos grandes momentos de nossa viagem. Neste lugar estamos de frente para o Lago Michigan, tendo ao fundo a bela cidade de Chicago com suas torres de mais de 150 andares.

VIAGENS DA FAMILIA NOGUEIRA

sete quedas do Rio Verda - janeiro de 2000

sexta-feira, 6 de abril de 2012

SEGUNDO REENCONTRO DA FAMILIA PEREIRA

TEMOS A SATISFAÇÃO DE COMUNICAR A TODOS PARENTES E AMIGOS DAS FAMILIAS OLIVEIRA, PANIAGO, PEREIRA E NOGUEIRA QUE NOS DIAS 14 E 15 DE ABRIL A FAMILIA PEREIRA ESTARÁ REALE IZANDO A SUA SEGUNDA GRANDE FESTA DE CONFRATERNIZAÇAO
 NO CENTRO DE EVENTOS DO BOLICHO SECO.