Sejam bem vindos
Sejam todos muito bem vindos.
segunda-feira, 29 de junho de 2020
segunda-feira, 20 de abril de 2020
FELIZ ANIVERSARIO
ANIVERSÁRIO DE UM GRANDE
HOMEM
A
vó Adirce veio de Campo Grande para abraçar o neto querido, e lembrou-se de
várias passagens que foram sendo comentadas naqueles dias.
Lembranças
de Dona Adirce na infância do Rone:
-
não comia feijão preto porque sujava tudo o papá dele;
-
dizia que era sebinho do papai e cheirinho da mamãe;
-
um dia caiu da cama, assustou todo mudo e ele não teve nada
Depois
Dona Hione mandou servir o Almoço, como dizia Aniversário em dia de quarentena
é só para os íntimos e por isso os pratos eram os mais gostosos, preferidos do
aniversariante, e finalizando serviu uma deliciosa torta de bolachas, quando
foram apagas as velas do aniversário.
Izabela
e Patrícia foram bem criativas na preparação da festa, muitas brincadeiras e
presentes que mexeram com a emoção do aniversariante, principalmente as
mensagens dos amigos, e parentes, em
vídeos gravados no Celular.
sábado, 18 de abril de 2020
terça-feira, 28 de janeiro de 2020
domingo, 26 de janeiro de 2020
sábado, 25 de janeiro de 2020
FILHO DO CANGUÇU
Tantino como é conhecido na região. É um membro muito querido da família. Hoje vive numa casinha às margens do Corrego Buriti. Sua Tereza já foi para a gloria.
Tantino é muito brincalhão. Gosta de aprontar alguma coisa para ficar na lembrança mesmo...
Tantino é muito brincalhão. Gosta de aprontar alguma coisa para ficar na lembrança mesmo...
quinta-feira, 23 de janeiro de 2020
A vida de um pioneiro
No dia 18 de Janeiro de 2020, foi lançado o Livro o Canguçu, no Centro de Cultura do Bolicho Seco. Na oportunidade estavam presentes familiares e amigos da região que somavam mais de mil pessoas.
A obra escrita por João Batista com a colaboração de Israel, Olinda e outros familiares que contribuíram com informações, imagens e também com patrocínio para a edição, fez a retratação da vida da família liderada por Clemente Raimundo Pereira, o Canguçu. Contando todas as passagens, na vida das pessoas naquela região que começava do nada em imenso sertão, criando e fazendo tudo o que hoje ali se encontra. A obra foi apresentada e está a disposição, podendo ser encontrada com o Escritor email fopano@gmail.com e com os netos do Canguçu, Olinda e Israel que moram no Bolicho Seco município de Sidrolândia MS.
No dia 18 de Janeiro de 2020, foi lançado o Livro o Canguçu, no Centro de Cultura do Bolicho Seco. Na oportunidade estavam presentes familiares e amigos da região que somavam mais de mil pessoas.
A obra escrita por João Batista com a colaboração de Israel, Olinda e outros familiares que contribuíram com informações, imagens e também com patrocínio para a edição, fez a retratação da vida da família liderada por Clemente Raimundo Pereira, o Canguçu. Contando todas as passagens, na vida das pessoas naquela região que começava do nada em imenso sertão, criando e fazendo tudo o que hoje ali se encontra. A obra foi apresentada e está a disposição, podendo ser encontrada com o Escritor email fopano@gmail.com e com os netos do Canguçu, Olinda e Israel que moram no Bolicho Seco município de Sidrolândia MS.
sábado, 17 de novembro de 2018
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
Encontro da Familia Paniago Cândido
Dia 8 de setembro de 2018 realizou-se em Mato Grosso do Sul a Festa da Família Paniago e Cândido.
quarta-feira, 25 de abril de 2018
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
REENCONTRO DA FAMÍLIA NOGUEIRA NA CIDADE DE COXIM
A festa aconteceu no dia 12 de outubro de 2014. Data histórica para a América, nosso Continente.
Foram momentos de grande alegria. Lídio e Erly muito carinhosamente acolheram em sua linda chácara, às margens do Rio Coxim, os descendentes de LAURENTINA E AUGUSTO NOGUEIRA. Estavam presentes representantes dos nove filhos do casal.
A festa aconteceu no dia 12 de outubro de 2014. Data histórica para a América, nosso Continente.
Foram momentos de grande alegria. Lídio e Erly muito carinhosamente acolheram em sua linda chácara, às margens do Rio Coxim, os descendentes de LAURENTINA E AUGUSTO NOGUEIRA. Estavam presentes representantes dos nove filhos do casal.
FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO DE 2015
Aos prezados membros de nossa família, nossos votos de um NATAL DE BENÇÃOS DO SENHOR com a imagem do MENINO JESUS, em seu humilde leito, quando nasceu numa estrebaria.
Também desejamos a todos um próspero ano de 2015, dizendo-se: COM A GRAÇA DE DEUS vão acontecer as coisas boas que desejamos e vão sair do nosso caminho todos os acontecimentos que nos farão sofrer. AMEM.
Também desejamos a todos um próspero ano de 2015, dizendo-se: COM A GRAÇA DE DEUS vão acontecer as coisas boas que desejamos e vão sair do nosso caminho todos os acontecimentos que nos farão sofrer. AMEM.
sábado, 11 de janeiro de 2014
2014
Ao inciar este ano envoltos em tantas expectativas, a cada um de nós uma esperança é mais importante. Tentemos descobrir qual é essa esperança e vamos colocá-la nas mãos de Deus e pedir a sua luz para que, se for da vontade Dele,ela aconteça.
E minha esperança é que todos nós tenhamos um Feliz e Próspero 2014
E minha esperança é que todos nós tenhamos um Feliz e Próspero 2014
quarta-feira, 27 de março de 2013
CAMPO GRANDE - ABRIL DE 2010
CHEGADA DA FAMILIA NOGUEIRA EM MATO GROSSO
João
Nogueira, homem alto, cabelos ondulados
e barbas longas, olhos azuis, aparentando sessenta anos, certo dia abordou o povoado de
Santana do Paranaíba. O forasteiro, entrou pela rua principal e dirigiu-se para
uma pensão que ficava ao lado da praça. Ali procurou o Sr. João Dias, morador
de Paranaíba e freqüentador assíduo da cidade de Uberaba, com quem fazia
comércio de gado. O encontro dos dois velhos amigos foi comemorado com grandeza
por João Dias, que mandou preparar um farto jantar para o amigo. A conversa só
não foi muito longa por conta do cansaço; João Nogueira deu apenas algumas
informações sobre sua viagem, dizendo que deixara a comitiva nas proximidades
do porto da balsa, lugar onde fazia a
travessia do rio, onde arranjou pasto para o gado e acampamento para
seus filhos, noras e netos e que estava ali para analisar as possibilidades de
compras de terra. Com um tom afável,
João Dias, recomendou ao amigo que fosse descansar, apontando-lhe um
confortável dormitório, no qual, João Nogueira, recostou-se e dormiu até o
amanhecer.
No dia
seguinte, após um reforçado tira-jejum, João Dias mandou recolher a tropa e
escolheu duas de suas melhores montarias, oferecendo uma ao amigo João
Nogueira, que já refeito do cansaço, pode selar um belo cavalo e acompanhar o
cicerone na jornada que propunha fazer para mostrar os arredores de Santana.
Após atravessar o povoado para o lado do poente, após coisa de meia légua,
chegaram a um lugar alto de onde podiam ver os quatro lados do horizonte a uma
distância de até dez léguas para o lado do sul, e até vinte léguas para o lado
do poente. Ali pararam os cavalos, fazendo um semicírculo para posicionaram-se
frente para o sul. Parado, o velho Nogueira, disse confiante:
-
Caro João Dias, sei que você gosta do sul porque é pra
lá que leva suas boiadas e de onde traz a guaiaca cheia de dinheiro, mas o meu
negócio é outro, eu quero mesmo é campo, muito
campo, para criar muito gado e para acomodar meus nove filhos-homem, que
ainda hoje você vai conhecer.
-
Está certo, Nogueira, respondeu o velho amigo,
apontando para o cerradão, então olha lá o que lhe espera, veja o imenso
chapadão que você vai encontrar. Asseguro-lhe, sem medo de errar, que você vai
poder viajar rumo reto mais de cinqüenta léguas sem chegar no final.
-
Pois é isso mesmo que eu quero meu amigo, vamos lá...
E
assim torceram as rédeas dos cavalos, desfizeram o semicírculo e rumaram-se
para as bandas do rio, coisa de uns dez quilômetros. Enquanto cavalgavam,
conversavam animadamente, fazendo muitos planos para se chegar às melhores
terras do chapadão, nas quais o rio Sucuriú, era a maior atração, devido as
terras muito férteis de suas margens. Em suas delações, João Dias, falava
também dos rios Verde e São Domingos, igualmente importantes que drenavam o
chepadão, no sentido Oeste-Leste.
Finalmente, o sol já passando a
marca do meio dia, chegaram no acampamento de João Nogueira, uma comitiva de
verdade, composta de cinco carros de boi e mais de cinqüenta pessoas, entre
adultos e crianças. Chegaram e foram direto para o carro mais central, onde
estava as filhas e filhos solteiros que acompanhavam o pai João Nogueira que
eram em número de cinco. Vendo que o pai chegara, todos os filhos se
aproximaram para lhe pedir a bênção e saber as novidades.
João Nogueira apresentou João Dias a
todos os componentes de seu grupo a medida que iam percorrendo o acampamento,
até retornarem ao ponto inicial, onde estavam lhes aguardando Silvério, o mais
velho dos filhos de Nogueira, o qual ajudava no preparo do almoço. Depois de
almoçarem e conversarem muito, João Dias voltou para sua casa, no povoado.
Antes, porém, acertaram uma viagem exploratória sobre a região do Sucuriú, onde
estariam presentes João Nogueira, seus dois filhos mais velho, João Dias, e um
guia conhecido por Nego Mota, mestiço de índio e negro.
E
assim aconteceu a introdução dos Nogueiras nas terras mato-grossense, conta-se
que os nove irmãos, filhos de João Nogueira, vindos de Uberaba, atravessaram o
rio Paranaíba e subiram pela margem esquerda do rio Sucuriú até o lugarejo
chamado Paraíso, onde ficou Sebastião Nogueira. Mais adiante, à margem do
riacho São Domingos, Francisco Nogueira montou a fazenda de nome Ponte Velha.
Ainda na margem do São Domingos, mais a baixo, fizeram morada Joaquim Nogueira
e José Nogueira. Luiz Gonzaga Nogueira ficou na beira do Indaiá, lado direito
do Sucuriú. Camilo Nogueira morou na Fazenda Café, margem direita do Rio Verde.
Silvério Nogueira montou fazenda também à margem do Rio Verde, num lugar
chamado Lageadinho. Dois deles, muitos anos depois, viajaram mais distante e foram montar suas
fazendas nas campinas do rio Vacaria, nas proximidades da cidade de Rio
Brilhante, foram eles Manoel Conegundes Nogueira, o Neneca, e João Nogueira. Na
cidade de Rio Brilhante são encontrados inúmeros descendente desses dois
membros da família Nogueira, dentre os quais existe a prole de Augusto
Nogueira, chamado Augusto Neneca, pai de Ataíde Nogueira, personalidade muito
influente na Região. Quem visitar o cemitério de Rio Brilhante verá, logo no
início o túmulo do Senhor Manoel Conegundes Nogueira, falecido em 1935.
"DO LIVRO FAMILIA AUGUSTO PANIAGO NOGUEIRA"
domingo, 28 de outubro de 2012
VIAGEM A CHICAGO
Chicago, 04 de outubro de 2012.
Um dos grandes momentos de nossa viagem. Neste lugar estamos de frente para o Lago Michigan, tendo ao fundo a bela cidade de Chicago com suas torres de mais de 150 andares.
Um dos grandes momentos de nossa viagem. Neste lugar estamos de frente para o Lago Michigan, tendo ao fundo a bela cidade de Chicago com suas torres de mais de 150 andares.
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